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Carta em repúdio à violência contra a mulher na UnB PDF Imprimir E-mail
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Escrito por DCE Honestino Guimarães   
Qua, 31 de Agosto de 2011 14:18


Marcha das Vadias de Brasília - 2011Em repúdio à violência contra as mulheres, tão comum no Distrito Federal e em nossa Universidade, o Diretório Central d@s Estudantes, Gestão Amanhã Vai Ser Maior, vem a público manifestar profunda indignação em relação ao ocorrido nesta sexta-feira (19/08/2011), quando mais uma estudante foi sequestrada e em seguida violentada sexualmente saindo da Universidade de Brasília.

Em Brasília, apenas nos primeiros cinco meses desse ano, foram 283 casos registrados de mulheres estupradas, uma média de duas mulheres estupradas por dia e, sabemos ainda, há vários casos desconhecidos. No Brasil, aproximadamente 15 mil mulheres são estupradas por ano.  É um absurdo que a prática da violência sexual ainda seja tão comum em nossa sociedade, e infelizmente, na Universidade. Ainda que a Constituição de 1988 reconheça a igualdade de direitos entre homens e mulheres, as mulheres, especificamente, de todas as idades e classes sociais, sofreram ou sofrerão algum tipo de violência ao longo da vida, seja simbólica, psicológica, física ou sexual.

 
Carta aberta de resposta à revista Veja PDF Imprimir E-mail
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Escrito por DCE Honestino Guimarães   
Ter, 05 de Julho de 2011 18:24

 

Brasília, 05 de julho de 2011 

"A Universidade de Brasília nasce com uma função clara, fundamentar uma utopia: ordenar, concatenar as ações, para fazer frente ao espontaneísmo fatalista e, sobretudo, para impedir que os oportunistas façam prevalecer propósitos mesquinhos. (…) Pensaremos o Brasil como problema, nosso país não precisa de mais uma universidade conivente com a miséria de nosso povo."
 Darcy Ribeiro - Universidade para quê?

A UnB está longe de ser a universidade que queremos! Quando idealizada por Darcy Ribeiro, nos anos 60, a Universidade de Brasília simbolizava o que havia de mais libertário e transformador na educação brasileira. Muito antes de se concretizar, porém, o sonho foi interrompido pela Ditatura Militar.

Hoje, julho de 2011, chega a ser surpreendente que um professor conhecido por defender em sala de aula a "gloriosa revolução de 64", Ronaldo Poletti, seja fonte privilegiada de uma reportagem sobre suposto "patrulhamento ideológico" e perseguição política no ambiente acadêmico. A dita reportagem "Madraçal do Planalto", da edição de 04 de julho de 2011 da revista Veja, recorre ao termo normalmente utilizado para se referir a escolas fundamentalistas radicais islâmicas para inventar uma UnB baseada em rumores e suposições.

 
Cortes orçamentários - Este não é o caminho para o desenvolvimento PDF Imprimir E-mail
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Escrito por DCE UnB   
Ter, 22 de Fevereiro de 2011 13:34

Nota do DCE UnB

Logo no início do governo Dilma foi anunciado um corte orçamentário de 50 bilhões de reais. Argumentando-se que deveríamos alcançar metas de superávit primário e retirar os incentivos por meio da diminuição da demanda estatal para “manter a inflação sob controle”, foram cortados investimentos necessários para o desenvolvimento do país.

Este corte atinge, dentre outras áreas, as universidades públicas, que sofrerão redução de 10% em seu orçamento. Segundo notícia recente da UnB Agência, o corte na Universidade de Brasília pode chegar a 12 milhões de reais.

Primeiramente, é necessário lembrar que estes argumentos foram derrotados nas urnas. Quem falava sobre o “descontrole fiscal” era a candidatura oposicionista. Cabe registrar que estes quando estiveram no governo promoveram todo tipo de descontrole nas contas públicas, ao mesmo tempo em que desindustrializaram o país e aumentaram a dívida pública.

Existem diversas maneiras para diminuir os gastos públicos, a melhor na atual conjuntura seria uma redução dos juros, pois hoje temos a mais alta taxa de juro real do mundo, e este ainda sofreu aumento na última reunião do Comitê de Política Monetária. Estes juros incidem sobre a dívida pública brasileira, obrigando o governo a gastar valores absurdos no pagamento de credores internacionais. Estes juros altos também trazem ao país um grande volume de dinheiro de especuladores, o que reduz artificialmente o valor do dólar e atrapalha as exportações brasileiras. A redução destes juros desafogaria o orçamento público, permitindo que uma parcela maior deste fosse revertida para investimentos em setores produtivos da economia.

O Governo Lula conseguiu colocar o Brasil para andar exatamente por não ter seguido o receituário ortodoxo de economistas que nada mais fazem do que defender o interesse dos bancos e dos países desenvolvidos. Apesar de no início ainda ter ficado preso pela ortodoxia do período em que Antônio Palocci foi ministro da Fazenda, no período posterior do Governo Lula o rumo estratégico deixou de ser um ajuste fiscal rígido para ser o desenvolvimento econômico com desenvolvimento social.

O Estado colocou-se no papel de indutor e promotor do desenvolvimento, passando a tratar o orçamento público não mais como gasto, mas como investimento necessário. Um exemplo é o ensino superior, onde foi criado o Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais, o Reuni. Este programa trouxe uma nova dinamicidade ao ensino superior, sucateado durante anos pelos governos neoliberais,  permitindo a ampliação do acesso à universidade, ainda que com falhas e erros que devem ser corrigidos.

Outros programas, como o Bolsa Família e o Programa de Aceleração do Crescimento mudaram a dinâmica da nossa economia impondo não somente um crescimento econômico mas também a diminuição da desigualdade social e a melhoria da qualidade de vida de milhões de brasileiros.

Estes incentivos, aliados à diversificação do nosso comércio internacional, antes dependente de alguns países, tornou o nosso país mais resistente a abalos econômicos internacionais. A crise econômica mundial, que gerou desemprego em massa e queda em diversos índices econômicos nos países desenvolvidos e seus satélites subservientes, não passou de marola por aqui. Por causa da estratégia de intervenção do Estado na economia fomos o último país a entrar na crise e o primeiro a sair dela.

É preocupante, portanto, essa inflexão ortodoxa realizada pelo Governo Dilma, pois atrapalha todo o planejamento feito pelos diversos órgãos públicos, entre eles a UnB, e desacelera o desenvolvimento econômico, científico e social do país. Em um país que se acostumou no último período a pensar grande, não é o momento de voltarmos a pensar pequeno.

Somente com a retomada do investimento público, com a contratação de servidores públicos e reajustes salariais, assim como investimentos em infra-estrutura, custeio e programas sociais, criaremos um país desenvolvido, um Brasil que orgulhará a todos e todas por sua riqueza cultural, natural, humana e material.

Por isso devemos nos organizar, estudantes e trabalhadores de todo o país, para reivindicar a retomada destes investimentos e o desenvolvimento do Brasil. Não é momento de ficarmos quietos ou de reclamarmos somente no conforto de nossas cadeiras e sofás, é hora de irmos às ruas!


Diretório Central dos Estudantes Honestino Guimarães – DCE UnB

Gestão Amanhã Vai Ser MAIOR

 
Nota dos Centros Acadêmicos da UnB em apoio à luta dos(as) professores(as) do DF PDF Imprimir E-mail
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Escrito por DCE Honestino Guimarães   
Qui, 27 de Janeiro de 2011 20:38

Os Centros Acadêmicos da Universidade de Brasília, reunidos dia 25/01/2011 no CEB (Conselho de Entidades de Base), espaço político que congrega todos os CAs da UnB e também o DCE (Diretório Central dos Estudantes), deliberaram apoiar a luta dos(as) professores(as) do DF pela aprovação no concurso da Secretaria de Educação, realizado dia 16/09/2010.

 

 
Convivência universitária PDF Imprimir E-mail
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Escrito por DCE Honestino Guimarães   
Qua, 26 de Janeiro de 2011 20:15

 
Nota pública do Diretório Central dxs Estudantes Honestino Guimarães e dos Centros Acadêmicos da Universidade de Brasília (UnB)*

Reportagens recentes chamaram a atenção da comunidade para a Universidade de Brasília. Desta vez, não por sua excelência acadêmica, protagonismo político, produção artística ou práticas inovadoras. Veiculou-se uma imagem distorcida do cotidiano da comunidade universitária, de cunho sensacionalista e autoritário, apresentando os Centros Acadêmicos (CAs) como espaços marginais de consumo de bebidas alcoólicas e outras drogas.

Nas referidas matérias, um conjunto de CAs foi apresentado como o Corredor da Morte. O espaço localizado no subsolo do Instituto Central de Ciências - ICC, um dos principais prédios da UnB, seria palco de festas ilícitas. Além disso, estudantes utilizariam-no de forma irresponsável, depredando corredores, salas e banheiros.

O Corredor da Morte é assim chamado devido às condições insalubres e inseguras do local, que já se faziam presentes mesmo quando este era utilizado para ministrar aulas. Com o tempo, a área foi abandonada. Com o processo de expansão da UnB e criação de novos cursos,  evidenciou-se a falta de espaço destinado à organização das entidades representativas estudantis. A solução encontrada pela Administração da Universidade foi a instalação dos Centros Acadêmicos nas salas ociosas do Corredor, de forma provisória. No entanto, até agora, não houve qualquer debate na UnB que buscasse melhores alternativas às demandas dxs estudantes. 

Atualmente, restrições administrativas proíbem a venda de bebidas nos campi. Entretanto, vários setores da Universidade tem buscado uma convivência diversa e harmoniosa. Algumas soluções já foram consensuadas entre segmentos estudantis e a administração da UnB:

 
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