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DCE Honestino Guimarães - UNB
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Relatoria da reunião sobre o FSM no DCE 29/12 |
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Conferências e Congressos
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Escrito por DCE
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Ter, 29 de Dezembro de 2009 21:24 |
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Relatoria da reunião sobre o Fórum Social Mundial DCE da UnB, 29/12/2009 Presentes: Rafael Barroso (POL), Raul Cardoso (POL), Michelle Rosa (C. Sociais), Rodolfo Godoi (C. Sociais),. Stephanie Freitas (Gest. Amb.), Renata Lopes (secundarista), Camille Fiamoncine (secundarista), Ana Carolina (AGRO), Emanuel Holanda (Gest. Agron.) Luana Alves (ENF), Renato Zerbinato, Francisco Delano (POL), Luna Moreno, Lucas Brito (SER), Luana Dallposso (SER), Wellington Barbosa (Gest. Amb.), Victor Alexandre (C. Cont.), Yuri Soares (HIS), Leon Martins (GEA), Diego Martins, Sílvia Fernandes (SER). Site FSM: http://www.forumsocialmundial.org.br Acampamento Intercontinental da Juventude: http://acampamentofsm.org.br/ Site do I Fórum Social e I Feira Mundial de Economia Solidária - Datas: 22-24 (fórum economia solidária) / 25-29 (Fórum Social Mundial) http://www.fsmecosol.org.br/ - Fórum Social Temático da Bahia - Datas: 29-31 http://www.fsmbahia.com.br/ Encaminhamentos da reunião: -
Transporte -
Temos 2 ônibus para Porto Alegre. Tentaremos outros 2 para Salvador. Em última hipótese teremos um ônibus pra cada encontro. -
Teremos a participação de Movimentos Sociais nos ônibus. Não foi definida uma quantidade de vagas, mas um norte de que 15% do total de vagas sejam para esses movimentos. -
Pré-Fóruns -
Serão 5 encontros entre as duas primeiras semanas de janeiro, sendo que os objetivos desses encontros são: aprofundar debates políticos, avançar em tarefas organizativas da viagem e formular propostas de atividades a serem realizadas por nós nos fóruns. -
O norte político desses encontros será a construção da luta pelo Fora Arruda. -
O calendário das reuniões ficou: -
6/01, 12h, no DCE – pauta: Resgate histórico do FSM / Caracterização dos fóruns de porto alegre e de salvador / apresentação das pautas específicas dos outros encontros -
8/01, 12h, no Campus da Ceilândia -
12/01, 12h, no Campus do Gama -
14/01, 17h, no Campus de Planaltina -
15/01, 17h, no DCE -
A participação nos pré-fóruns será critério para garantir vaga nos ônibus. -
Para quem não puder participar dos encontros presencialmente, poderá fazê-lo virtualmente. É só mandar até o dia anterior ao pré-fórum um e-mail para
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com um arquivo (pode ser texto, foto, música, vídeo, poesia etc.) fazendo uma reflexão sobre uma política do governo Arruda. A idéia é articular isso com a nossa luta -
Organização da Ida aos Fóruns -
Responsáveis pela Estrutura (ônibus, transporte alternativo e estadia em salvador): Luana, Zerbinato e Raul -
Responsáveis pela organização dos Pré-FSM (apresentar no dia 6 a proposta de convidados para as reuniões seguintes e articular com os movimentos sociais que irão com a gnt no ônibus): Luana, Paíque, Michelle, Lucas, Rodolfo, Zanata, Raul e Yuri. 4) Lista de discussão Foi criada uma lista de e-mails para divulgação e discussão da delegação ao fórum, cujo endereço é: http://groups.google.com.br/group/unbnofsm , a relatoria ainda não foi enviada para esta lista pois o googlegroups ainda não adicionou os membros.
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GRANDE ATO EM DEFESA DO PASSE LIVRE |
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Manifestos
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Escrito por DCE Honestino Guimarães
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Sex, 21 de Maio de 2010 19:07 |
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GRANDE ATO EM DEFESA DO PASSE LIVRE Como vem sendo noticiado na imprensa o governador Rogério Rosso enviou um projeto para a Câmara Legislativa restringido o direito dos estudantes ao passe livre. Pela proposta do GDF, o passe livre será apenas para estudantes de familias com renda de até 3 salários mínimos. Não aceitaremos nenhuma restrição ao passe livre estudantil conquistado para todas e todos os estudantes do Distrito Federal, do ensino básico e superior, de instituições públicas e privadas. Passe livre geral e irrestrito é valorizar e priorizar de fato a educação, o desenvolvimento humano, social e econômico do DF e do país, é valorizar a formação educacional e cultural da juventude brasileira. Acreditamos tambem que o principal problema do passe livre estudantil é que a sua gestão é feita por uma empresa privada, a Fácil, controlada pelos empresários do transporte coletivo do DF, uma verdadeira máfia dos transportes! Terça, 25/05 às 10h Em frente à Câmara Legislativa (final da Asa Norte) Uniao Nacional dos Estudantes Uniao Brasileira dos Estudantes Secundaristas Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Brasília Diretório Central dos Estudantes da Universidade Católica deBrasília Movimento Passe Livre DF Comitê em Defesa do Passe Livre DF
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Por que participar do Movimento Estudantil? |
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Gestão
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Escrito por DCE Honestino Guimarães
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Sex, 16 de Julho de 2010 05:20 |
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A reflexão sobre o movimento estudantil é de grande importância para o desenvolvimento de qualquer estudante. É por meio da reflexão e das discussões coletivas que encontramos os problemas e as soluções para caminhar pra frente e crescer. A discussão sobre o ME, seu conceito e seus problemas é interessante ao traçar um mapa que nos auxilia a pensar em como nos organizar e planejar nossas atividades. Toda ação deve ser bem trabalhada antes de ser posta em prática, por isso da importância da formação política. Dentro do marco das discussões teóricas, temos esses pontos relevantes que potencializam as atividades do grupo, já num lado mais prático, temos que o ME é um grande complemento na formação de um estudante. Idealmente, o ensino superior é parte central da educação de todo cidadão e, além de um aprendizado técnico-instrumental ele deveria prover educação social - relacionar o ensino com a sociedade e como trabalhar em grupo, por exemplo - e educação comunicativa - como se expressar. Infelizmente as IES hoje mal conseguem fornecer uma educação técnico-instrumental satisfatória, mas o ME reconhecidamente contribui para as outras duas educações, proporcionando uma educação mais completa, ou seja, acima da média. O movimento estudantil é um movimento social formado por estudantes e tem por características básicas sua formação policlassista, transitória e o fato de ser um movimento conjuntural. Se diz policlassista por que estudantes não formam um classe social em si, mas sim um agrupamento de várias origens sociais distintas. Em relação a segunda característica, a condição de estudar é temporária e ficamos, em média, 5 anos na universidade. Com isso, há uma grande rotatividade nas lideranças políticas. Por fim, se diz conjuntural tendo em vista que historicamente o ME reage aos acontecimentos externos, como na ditadura militar, na redemocratização ou no fora collor, para citar alguns exemplos. É importante ressaltar a sua atual natureza reativa, pois discursos correntes que afirmam que o ME está em crise tem sua origem nessa questão. Quantas vezes já não escutamos que o ME está em crise? que ele não consegue mobilizar e promover mudanças pq se encontra em um período difícil? Ao analisarmos historicamente, percebemos que essa característica reativa é parte de sua história recente. As maiores mobilizações e organizações estudantis surgem em momentos de exaltação externa à universidade, mais uma vez, historicamente percebemos como o meio influencia diretamente o ME. Com isso, para que o movimento estudantil possa evoluir, precisa romper com essa condição conjuntural/reativa. O caminho para para que o ME possa se organizar e influenciar seu meio passa por um diagnóstico de 4 problemas a serem batidos: Conjuntura desfavorável Crise de direção / representatividade Estrutura de organização (anti-democrática) Ciclo vicioso O primeiro problema diz respeito ao contexto sócio-político em que vivemos. Várias forças criticam a atual conjuntura e a qualificam como desmobilizadora, individualista, pragmatista e, finalmente, culpam as dificuldades do ME no neoliberalismo. É fato que a conjuntura tem um peso grande no ME e, mais ainda, que ele tem uma atual organização conjuntural, como dito acima, mas mesmo em períodos de contextos favoráveis o ME não conseguiu se articular para vencer essa barreira e influenciar o seu meio, como foi no caso do fora Collor ou da greve do terço em 1962. O atual período dominado pela especulação financeira, redução do papel estatal e maior centralidade aos setores ligados à economia, ou seja, ao mercado, tem um peso significativo na articulação do ME mas, como ressaltado acima, a conjuntura não é o único problema e este pode ser contornado, como veremos a seguir. Em relação ao segundo ponto, o argumento básico que o contesta é o de que “Nós temos que mudar a direção do movimento e colocar pessoas boas”. É bem verdade que temos várias lideranças ruins no ME, mas msm qndo a alternância entre os grupos no DCE ocorre e eles conseguem entrar em DCEs, a cara do ME tende a continuar igual. Um agravante desse ponto é a conseqüente crise de representatividade, que afasta cada vez mais os dirigentes da sua base. Com uma direção desarticulada, sem planejamento e sem orientação/formação política, o trabalho fica prejudicado e acaba por se afastar e não representar mais os estudantes. Se em situações de conjuntura favorável, que é uma condição exterior, o ME não conseguiu mudar a natureza da sua atuação e se mesmo com direções “boas”, ou pelo menos alternativas à hegemônica, tampouco teve sucesso em mudar, significa que existe outro problema. Nesse sentido, a configuração interna, ou seja, a própria estrutura da entidade, é o que dificulta o processo de desenvolvimento do ME. A organização básica do ME é centralizadora, verticalizada e burocratizada. É comum da organização do ME centralizar todas as discussões e decisões, num padrão muito estático e autoritário, sem muita autonomia para suas lideranças. Com isso, temos uma hierarquização muito rígida, que prejudica seu trabalho e o impede de maior desenvolvimento, uma vez que perde toda a dinâmica que pode ter. Por fim, várias entidades se concentaram tanto em tomada de decisões que ficam burocratizadas, sem muita militância e articulação, cimentando as lideranças em tarefas que as afastam politicamente da base. Por fim, esses quatro pontos se somam a falta de uma tradição de continuidade no ME. Com o alto grau de transitoriedade existente e a ausência total de mecanismos de passagem de experiências e de formação política acontece que, de tempo em tempo, CAs, DAs e DCEs são fechados e novos grupos têm que retomar as atividades do zero. Isso limita a capacidade de articulação do ME e sua potencialidade em transformar sua realidade. Esse ciclo vicioso impede que se acumulem experiências e aprendizados, logo, precisa ser vencido para que o ME possa mudar seu entorno. É a partir do rompimento com o ciclo vicioso, com cursos de formação política, com discussões permanentes, com organização, planejamento e avaliação das atividades que se cria uma tradição de deixar para futuras gestões todas as experiências tidas durante uma gestão. Com isso se fortalece o mandato e se faz possível caminhar para romper com a estrutura anti-democrática e com o problema da direção. O intuito é sempre melhorar, sempre buscar novidades que contribuam com o desenvolvimento do grupo.
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Conselho de Entidades de Base |
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Artigos
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Escrito por DCE Honestino Guimarães
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Ter, 22 de Junho de 2010 22:36 |
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Convocatória CEB (Conselho de Entidades de Base) Quinta – 24/06/2010 12:15h Anfiteatro 11(Campus Darcy Ribeiro) Proposta de pauta: 1. Informes 2. Edital das Eleições 3. Outros assuntos Solicitamos que cheguem na hora marcada, para que possamos dar conta de toda a pauta.
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Festas
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Escrito por DCE Honestino Guimarães
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Sex, 16 de Julho de 2010 06:42 |
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 Festa Julina da UnB - O Eclipse no Sertão
É com muito prazer que nós, estudantes da Universidade de Brasília, organizados nos nossos centros acadêmicos, DCE e outros coletivos, convidamos a todos a participar da Festa Julina da UnB 2010!
Com o Trio Balanceado(presente nas Calourada UnB 2009 e 2010), Zé do Pife e as Juvelinas, Várias Quadrilhas e muitas outras atrações, a festa junina da UnB promete fazer jus a tradicional festa junina da UnB. Muito forró, azaração e e diversidade!
Apareça também disposto para comer os melhores quitutes da culinaria junina: Caldos, canjica, quentão, Cachaças mil, Choconhaque, Vodka c/ energético, Gummy, Cachorro-quente, milho cozido, Churrasquinho, Doces e Bolos tradicionais.
Mas mesmo assim, não teríamos uma Festa Julina completa sem a criatividade dos jogos juninos como a pescaria maliciosa, Jogo das argolas, Jogo da latinha, Correio-elegante e Prisão do Amor e jogos surpresa(láaa vem...)
Além disso, contaremos com a presença de mais de mil estudantes do Brasil inteiro que participam do ENED, e darão um um clima interestadual a nossa festa junina, por que o amor julino não pode ter fronteiras.
Então é isso, o frevo tá armado, todos munidos de roupa adequada, marias chiquinhas, bigodes de carvão e algumas pintinhas. Vestidos floridos também são altamente recomendáveis. Chame seu amor ou prepare-se para encontra-lo(a) lá!
Teatro de Arena, Essa SEXTA, a partir das 20 hras! Entrada franca!
**Leve sua caneca!** A caneca mais criativa será premiada!
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